O que foi bom em 2015?

felicidade

Passamos o ano inteiro reclamando de 2015. Ano de crises, dívidas, aborrecimentos, problemas familiares, mortes e tudo quanto há de coisa ruim nesse mundo. Foi tanta coisa esquisita, que as coisas boas passaram desapercebidas, mas resolvi botar a cabeça pra funcionar e rememorar aquilo que foi bom e o que pretendo continuar em 2016.

  1. Investi na minha formação/experiência acadêmica. Pra quem não sabe, faço Psicologia, além de desenhar nas horas livres. No início do ano comecei um estágio e permaneci com ele até Julho. Foi uma experiência muito boa, mas percebi que quanto às minhas aquisições de conhecimento, não era o ideal numa perspectiva futura. Resolvi sair e investir na minha formação. Entrei em um Projeto de Extensão e aprendi tanto, mas tanto… Como foi e está sendo bom isso pra mim. É uma autorrealização imensa. Além disso, participei de um Congresso de Psicologia do Trabalho e isso foi essencial nas escolhas que farei na minha profissão. Foram experiências lindas e que com certeza quero continuar em 2016.
  2. Comecei novas amizades (e deixei de lado aquelas que não me faziam bem). Quando mudamos de ambiente, tudo se torna mais claro na nossa vida. Precisamos entender quando não somos mais bem vindos na vida de alguém, e também a observar quando algumas pessoas já não trazem tanto benefício na nossa vida. Começar um novo trabalho no início do ano me abriu esse horizonte que antes eu não estava enxergando. Quando larguei esse mesmo trabalho, tudo se concretizou ainda mais. Conhecer outras pessoas muitas vezes nos faz enxergar que algumas daquelas antigas não estão acrescentando em nada na nossa trajetória.
  3. Investi na ilustração. Como isso tem sido bom! Alimentar esse hobby que me faz tão bem… Me “forçar” a treinar a criatividade fez com que eu não tivesse tanto medo de testar minhas habilidades. Até aquarela estou aprendendo e me aperfeiçoando cada dia mais, o que me mostrou que não devemos ter medo de tentar. E em ter medo de tentar eu sou expert… Enfim, criei meu instagram @naodisse e lá compartilho tudo o que ilustro. Foi uma das melhores coisas que fiz esse ano! Agradeço a todos aqueles que me incentivaram.
  4. Conheci ilustradores incríveis! Com a criação do @naodisse, conheci referências maravilhosas desse mundo lindo que é a ilustração. Artistas que eu nem imaginaria conhecer! Além disso, ainda fiz amizade com várias delas, o que tem me incentivado bastante a continuar. Obrigada, meninas!

É muito bom parar pra pensar naquilo que foi bacana num determinado período… Nós ficamos tão focados naquilo que foi ruim, que esquecemos de enxergar as coisas boas. Tudo o que fiz ano passado, quero continuar fazendo pois são coisas que me realizaram muito como pessoa. Sou muito feliz de ter experimentado coisas tão maravilhosas. Consigo perceber o quanto foi abençoada com tudo isso e o quanto sou grata às pessoas que tem me ajudado a construir tudo isso.

gato e menina

OBRIGADA! ❤

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Bloqueio: o filme de terror de qualquer criativo

 

mesa de trabalho

Ultimamente tenho parado para analisar algumas coisas da minha vida e da vida das outras pessoas também, o que de certa forma me fez bem e por outro lado, me arrancaram certos sentimentos de desânimo. Me peguei pensando esses dias no quão pressionados somos para produzirmos qualquer coisa… Claro, que tenho o enfoque de falar naqueles que trabalham com ilustração, mas também de todos nós, seres humanos como um todo.

Produzir, produzir, produzir… Essa é a nossa máxima capitalista que vivemos hoje. Quem me conhece no meu outro lado que dedica à Psicologia, sabe que essa é um tema que tem me acompanhado bastante e que me traz muito interesse em estudar. O trabalho é algo inseparável da gente, meros mortais que ainda temos a necessidade de ganhar o pão nosso de cada dia, toooodos os dias… Sem ele nós não comemos, não dormimos, não vivemos, e o que poderia ser algo proveitoso nos coloca em situação adoecedora.

Já parou pra pensar nos temidos bloqueios criativos que temos frequentemente quando encaramos uma folha em branco? É uma situação desastrosa… É terrível e me da gastura só de pensar em quando isso acontece. E o que a gente faz num momento desse? Se irrita, chora, bate o pé e fala: TENHO QUE PRODUZIR alguma coisa. Mesmo alguns de nós, que se tornaram freelancers e que tanto lutam para conseguir sua independência financeira e se livrar de tantos chefes chatos que tem por ai, acabam por serem os próprios chefes chatos e irritantes. E sabe o que acontece? É aquela velha história: quem veio primeiro: O ovo ou a galinha? A gente se estressa pq nos cobramos muito para produzirmos algo e lá vem o bloqueio dizendo: “cara, calma… não é desse jeito que as coisas funcionam. Desacelera ai!”. Nesse momento, por mais que nosso cérebro diga isso, a gente força, tenta espremer até a ultima gotinha de criatividade que resta na gente e não dá em nada. Desse jeito, o bloqueio persiste e a gente segue estressado por conta disso…

Mas pq eu tô falando disso? Pois simplesmente passei por isso esses dias (passo sempre, mas dessa vez me rendeu bons frutos filosóficos haha) e percebi o quão estava estressada por isso e por tudo que acontecia a minha volta. Não, gente. Criatividade e estresse não combinam. Quando me peguei num dado momento tentando esboçar rápido uma ilustração, para depois pintá-la e finalmente ao iniciar a pintura, comecei a pintar rápido para finalizar logo e me ver “livre” daquelo job, foi a coisa absurda que me vi fazendo na vida. Eu não inventei que queria vender o fruto do meu trabalho (que é e deve ser sempre algo que me satisfaz) para chegar nesse momento de extrema ansiedade pelo resultado. Finalmente, quando terminei e fui tentar começar outro trabalho, simplesmente travei e não consegui desenhar nem um tracinho sequer. Ilustrar me faz bem e não deve ser motivo de angústia pra mim. Se o é, tem algo errado aí.

Ninguém consegue trabalhar em um ambiente estressante, até mesmo quando somos nós mesmos que nos auto-estressamos. O que fazer quando isso acontece? Aceita que doi menos. É sério, não é brincadeira não. O bloqueio é resultado disso. Quem disse que eu conseguia produzir mais alguma coisa depois dessa ilustração citada acima?

Não torne a atividade que você escolheu para ser a menina dos seus olhos, algo que traga insatisfação no momento em que você age sobre ela. Entenda o momento, respeite suas limitações. Não se imponha mais do que você pode produzir. Não tá satisfeito com o resultado do que produziu? Descanse, desligue disso e depois volte para entender o que te incomoda. Tá com bloqueio? Vá ler, ouvir música, ver um filme. Vale até ver ilustrações de outros artistas para se inspirar. Não se imponha limites, não seja tão autocrítico. Estude e vá em frente.

Tomar banho também é ótima ideia! :)

Tomar banho também é ótima ideia! 🙂

Eu faço tudo isso? Ainda não tanto quanto gostaria. Tenho começado recentemente a perceber o que me incomoda durante esse processo criativo. A cura da doença vem com a própria exposição à doença. Mas se exponha à essas suas próprias dificuldades de modo que seja um momento de entendimento seu com todas as dificuldades presentes. Não queira tampar o sol com a peneira. O problema tá aí. Compreenda-o antes de tratar. Sempre dá certo no final. Te garanto!

O inicio de 2016 é um bom incentivo pra gente começar a repensar certas atitudes! Vamos juntos?

 

Persista e consiga! 🙂

 

 

 

 

 

 

Tô de volta! :)

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Galera buniiiita de meu Brasél. Esse querido espaço anda as moscas. Reparem em todas as teias de aranha penduradinhas por aqui e a minha eterna falta de pauta para poder preencher esse blog.

Seguindo a filosofia da minha querida Juliana Rabelo, também não sou adepta do “vou postar qualquer coisa só pra encher linguiça”. Tenho esse blog para escrever coisas que tenham sentido no momento, inspirações que surjam após conversas com amigos ou solicitações de pessoas que queiram saber um pouco mais do mundo da ilustração. Por isso, prefiro não postar sempre só por postar, pois não faria sentido pra mim e não seria justo com quem me acompanha. Então, farei o possivel para colocar coisas bonitinhas aqui sempre que eu conseguir.

Agora é o momento: estou de férias da faculdade e dos projetinhos que assumi por lá, por isso, terei mais tempo para me dedicar à essa segunda parte da minha vida que eu tanto gosto.

O que aconteceu durante esse período?

Encomendinhas fofas, muito estudo (além da faculdade, estou em processo de conhecimento dos meus próprios traços), novas amizades desenhísticas (alou meninas desenhadeiras!) e alguns materiais adquiridos. Aos poucos mostro tudo pra vocês! ❤

Vou aproveitar pra dizer que, apesar do foco estar voltado aos meus desenhos, também falarei aqui de assuntos diversos, não só a ilustração. Claro que tudo será devidamente ilustrado, mas sinto que posso falar de outras coisas aqui também, sempre tendo o amparo dos meus bonequinhos coloridos para deixar tudo mais bonito.

Por agora é só. Já estou escrevendo e agendando posts novos que espero agradar meus mais fiéis seguidores e aos novos também. Muitas bejiocas! ❤

Voltando às origens

cabe

Quis fazer esse post pra mostrar pra vocês como que com o passar do tempo o olhar da gente muda.

Há mais de 5 anos atrás, numa aula de Arte no ensino médio, a buniiiiiita da professora pediu que desenhássemos algo que representasse uma frase de um determinado texto que precisávamos estudar. Se não me engano, estávamos estudando o período Academicista de toda a História da Arte. Aquele, em que os artistas tentavam ao máximo representar a mais perfeita realidade. Se não era isso, profª querida, mil perdões, mas minha cabecinha de idosa não consegue mais lembrar o que você lecionava pra gente. xD

A frase era:

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Eu, muito marota, claro que escolhi uma frase fácil. De cara já imaginei o desenho de 3 livros juntos. O resto era só embromar adicionando alguns detalhes pra não ficar tão na cara assim. hahaha

Coloquei um copinho com canetas, uma maçã (simbolizando conhecimento, sabedoria) e um botão de rosa (lembro que nessa época eu tentava a todo custo desenhar flores, e esta segue sendo uma agonia pra mim pois nunca fico satisfeita com o resultado).

blogfoto

Fiquei admiradíssima quando terminei esse desenho, pois nunca tinha feito nada disso antes. Aliás, eu não me lembro muito bem se já havia feito cenas mais complexas assim em épocas mais remotas. Mas esse me trouxe muita emoção haha

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Passados esses 5 anos, eu olho pra esse desenho e enxergo todos os erros possíveis e impossíveis. A falta de uma perspectiva comum, por exemplo, é o que mais ficou evidente pra mim. Cada figura está em sua própria perspectiva, o que torna a cena um pouco confusa. Já a maçã tá com cara de xoxa. Não comeria ela por nada.

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Isso tudo consigo enxergar hoje em dia, devido à prática e aos estudos de desenho quando fiz faculdade de Design Gráfico. Essa prática é realmente primordial para quem gosta de desenhar, pois aprimora o nosso olhar principalmente quando tentamos usar de técnica mais realista. Pratique!

Peguei meu sketch pequenininho e lindo, da lojinha Entrelacé (farei resenha dos meus sketchs dessa loja aqui) e refiz o desenho consertando aquilo que achei de ruim. Foi mesmo um esboço só para tentar mostrar pra mim mesma que meu desenho havia mudado nesses anos todos.

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A perspectiva ficou mais certinha, a maçã ficou com uma cara mais bonitinha. A rosa está numa posição mais possível. Antes ela tava mais “em pé” (graças ao erro da perspectiva).

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É essa questão que quero trazer nesse post. Com o tempo a gente melhora muito. Mas não adianta achar que fazer um desenho um dia e tornar a desenhar meses depois vai adiantar. Não é milagre. É preciso treinar, aprender a enxergar o mundo a nossa volta com mais carinho e atenção (opa! isso vale pra mim que sou apressadinha até demais) e tentar transmitir isso ao papel sem cobranças exageradas que tornem isso penoso.

Desenhar precisa ser um momento bom e de relaxamento. Aproveite cada desenho como sendo uma etapa no seu processo de aperfeiçoamento. Olhe para os desenhos antigos com crítica, porém com afeto. É uma sensação muito boa perceber o quanto estamos crescendo. Tire proveito disso! 🙂

Processed with Moldiv

Que isso sirva de inspiração! Vou tentar trazer mais posts assim por aqui. Gosto de ver essa mudança em outros blogs que leio e achei legal colocar aqui também.

Até a próxima!

 

Saindo da zona de conforto – moça em aquarela

moçacapa

Caramba… Cês num sabem o quanto que é dolorido pra mim desenhar pessoas com estilo mais “realista”. Coloco a palavra realista entre aspas, pois no caso eu tô longe do realismo propriamente dito, sabe? Aquele que a gente olha e acha que é foto! Nem é minha intenção chegar nesse ponto. Sei que com o tempo a gente vai melhorando, mas esse tipo de realidade não me cobra tanto. Faço meus desenhos de figura humana até sem muito estudo das proporções. São todas no olhômetro, e confesso, saem ligeiramente desproporcionais aos meus olhos. Mas pasmem: não morro por isso.

Resolvi que queria desenhar uma moça de cabeça baixa com flores no alto dos cabelos. Claro… pois quando me vem a inspiração, tem que ser uma inspiração difícil né… ¬¬ Mas enfim, tentei dar o máximo de mim, mesmo com a dispobilidade de apenas UM PINCEL (sim, um pincel, já que os meus outros deixei na casa da minha avó) e uma gama de cores mais restritas por aqui.

esboço

Quando tirei a foto do esboço, já tinha começado a pintar a pele. Só lembrei depois, mas tá valendo! 😉 Comecei pelas partes mais sombreadas da pele. Aproveitei e joguei um pouco de azul no fundo!

quase

E assim vou construindo as camadas. No cabelo eu fiz a primeira camada de marrom e depois fui acrescentando marrom mais escuro nas áreas sombreadas. Fiz com a mesma tinta, somente regulei a quantidade de água (mais claro = mais água, mais escuro = menos água). Depois fui definindo detalhes com caneta nanquim descartável 0,05, pois não tinha nem pincel fino e muito menos tinta preta ou qualquer cor mais escura por aqui. Usei caneta nanquim 0,1 no cabelo, nas flores e em algumas áreas que necessitava um pouco mais de pontinhos escuros.

moçaja

E assim finalizei a pintura no meu sketchbook. Não achei que ficou maravilhoso não… Aliás, minha gente, achei foi bem razoável. Tenho ciência do quanto preciso aprender com aquarela. Mas foi um bom início e foi uma delícia. Vou fazer isso mais vezes e compartilhar aqui! 🙂

A bailarina ~ processo

a bailarina

Mesmo não tendo me dedicado tanto à esse espaço (por TOTAL falta de tempo), estou voltando com mais um post para falar do processo de criação de um quadrinho que postei no instagram (não me segue no instagram? vem então!) e algumas pessoas ficaram curiosas para vê-lo finalizado.

Foi um trabalho especial. Quem encomendou deixou a cargo de minha pessoinha aqui decidir como seria a bailarina. É muito bom ver a confiança das pessoas na gente, e isso só “tempera” o trabalho com muito mais amor e traz mais responsabilidade.

bailarina

a imagem acima foi o esboço que fiz da bailarina. Foi um desafio pra mim descobrir como poderia fazer a posição da personagem, pois meus bonequinhos são sempre desproporcionais à figura humana realista. Pensei em colocar as mãozinhas se encontrando acima da cabeça, mas a cabeçona dos meus bonequinhos são sempre maiores que o corpo e por causa disso seria impossível criar essa posição xD

a bailarina

Nesse passo, já tinha recebido o “OK” da cliente e assim pude prosseguir com o início da parte mais legal: a colorização. Mas pra isso, gosto sempre de “passar à limpo” o esboço com uma caneta nanquim ou stabilo cinza (depende do meu humor haha)

2015-08-26 21.10

Infelizmente, meu povo querido, eu não tirei foto do processo. Acabo imergindo demais em um trabalho desses e esqueço de todo o resto. Mas prometo que estou melhorando isso e nos próximos acredito conseguir mostrar mais detalhes pra vocês. A foto acima demonstra a bailarina já praticamente finalizada, entretanto, eu achava que tava faltando algo no fundo e coincidentemente a cliente tambem. Dessa forma, acresceitei algumas florzinhas atrás como uma estampa a fim de equilibrar melhor a figura.

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E esse foi o quadrinho finalizado já com o fundo estampado. Peço novamente desculpa pelo buraco no processo de pintura da ilustração. Prometo resolver isso nos proximos posts!

Espero que gostem e que sirva de inspiração!

Sketchbook da Miolito – Resenha

Que eu sou uma fanática por caderninhos, isso quem me conhece sabe. Acho que é de família, pois minha mãe também é uma colecionadora.

Ao longo de toda essa minha exteeeeensa vida, fui comprando alguns e tenho sempre um pra cada função. Gosto de selecionar o “caderninho da semana”, aquele que vai andar comigo pra todo o lugar e que serei obrigada a usar apenas um tipo restrito de material (cada sketch meu eu uso um material específico para ilustrar).

Pois bem. Conheci a Miolito logo após iniciar minha jornada pelo instagram e me apaixonei logo de cara. É dificil escolher dentre tantas opções. Comprei o sketch Montval para experimentar, pois ele me traria maiores oportunidades de usar aquarela em qualquer lugar.

Gente, quanto carinho! Veio todo embaladinho com maior caprinho. Não da vontade nem de abrir de pena que dá.

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A Cajila e o Felipe (donos da Miolito) são muito atenciosos. Mandam junto até uma cartinha com essa letra lindinha! É muito cuidado, gente!

Aí eu abri e foi muito amor! hahaha

Ele tem tamanho 15,5 x 23 cm, tem costura exposta e é especial para aquarela, sendo composto de 48 folhas de papel Canson Montval 300g/m², o que garante ótima resistência para técnicas bem aguadas.

Já logo de cara quis estrear pois sou ansiosa e não aguento esperar.

sketchbook miolito

Esse papel é muito bom. Ele é texturizado, mas sua textura é delicada, um pouco diferente do Canson Universitário, o qual estou acostumada a usar. Como não sou a expert da aquarela, e sim uma iniciante, percebi que essa delicadeza na textura proporciona uma superfície mais fácil de se trabalhar. A tinta espalha de maneira mais tranquila, não sei explicar. Até minha tinta que não é das melhores (alias, ela não chega nem perto, pois é escolar) teve um desempenho melhor com esse papel. Senti que foi muito mais fácil fazer áreas sombreadas e assim evidenciar pontos de luz.

Esse sketch abre 180º, graças à sua costura que possibilita esse manejo. Além disso, mesmo que ele esteja aberto, ele se mantém fechado, sabe? Não fica abrindo sozinho igual outros cadernos que tenham folha grossas como esse, dando efeito sanfona. Fechamento dele é por botãozinho de pressão. Facilita uma vida! haha

Na foto em que mostro as páginas, da pra ver que elas são bem grossinhas!

Se eu recomendo? Muito. Pra quem gosta de aquarela, é um prato cheio pra brincar muito! E é sempre um incentivo ter um sketch tão lindo e bem feito na hora de deixar a inspiração fluir. Vale muito a pena!

Muito amor! ❤

Para comprar, clique aqui.

*** esse post não é #publi. todas as informações e opiniões da autora nesta publicação são espontâneas.

Resumo da semana!

Semana corrida, muito trabalho, muita coisa pra resolver. Mas mesmo assim procuro sempre me manter ligadinha no Instagram e postar sempre com periodicidade! Exceto fim de semana pois também sou filha de Deus!

Estou participando da tag #agostodoartista da @dessamore e como segunda passada foi dia 3, vou mostrar pra vocês o desenho que fiz especialmente para a tarefa do dia, mas se quiserem ver as demais, me segue lá no insta @naodisse .

Dia 3 foi um dia muito corrido, e como foi dia de postar minha música preferida, aproveite pra colocar um desenho que já fiz há muito tempo mas que tem tudo a ver com o tema. A música homenageada foi “Avant Garden” do Aerosmith. Minha mocinha toda com ares primaveris. 🙂

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No quarto desafio, precisei desenhar meu lugar preferido. E claro né gente, eterna preguiçosa que sou, tinha que escolher a cama.

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Postei também uma encomenda que fiz com a Miolito ( @miolitocadernos ). Gente que embalagem é essa!? Xonei! e o conteúdo então meu povo… Aaaaah… ❤ amor eterno!

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Quinto desafio cumprido porcamente mas cumprido. Pra variar, tive pouquíssimo tempo nesse dia e tomei um susto quando lembrei que tinha que desenhar ainda pra tag. Cantor/banda preferida: Steven Tyler do meu eterno Aerosmith!

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Momento ostentação com meu Miolito leeeeendo de viver! Sketch montval, especialmente pra aquarela! Aproveitei e já estreei o bonito com o desafio do dia que era tentar ilustrar o personagem de um livro favorito. No livro há dois mil anos, do Chico Xavier, a personagem Lívia não têm suas características descritas, mas fiz como imaginei que seria.

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Foto mostrando a abertura do blog! ❤
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Sétimo dia de desafio e ilustrei objeto favorito! Hahaha tem que ser gente! Não vivo sem mesmo!
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Mostrando o presentinho que dei pro meu papito no dia dos pais!
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Bom! Essa foi a primeira semana de agosto! Ufa! Passou rapidinho! Bora pra mais uma semana corrida de muito trabalho, estudo e posts! 🙂

Pai e irmãs ~ quadrinho

Difícil as vezes selecionar os trabalhinhos mais bonitinhos pra postar aqui, mas esse tem uma história especial.

Duas irmãs gostariam de presentear o pai com algo que remetesse a uma época muito feliz na vida delas: a infância e a presença do pai nesse período. Adoro retratar famílias. Sou uma pessoa que valoriza muito a constituição familiar (seja ela qual for), e ver pessoas que se preocupam tanto em manter a sua família sempre em perfeita harmonia me traz uma sensação de que o mundo ainda tem jeito.

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Como sempre, faço o esboço e mando para o cliente aprovar e pedir as alterações necessárias. É uma etapa extremamente importante em qualquer projeto. O cliente precisa se identificar com o desenho e sentir que realmente o representa.

Depois de tudo acertado, o quadrinho das irmãs com o pai ficou pronto. Fofurinha, gente! haha

irmas

Como sempre, foi colorido com aquarela sobre papel canson universitário 300g/m².

Espero ter feito o dia dos pais dessa família mais colorido! ❤

Porta-maternidade ~ Guilherme

Após minha entrada no mundo virtual a fim de aumentar os contatos e divulgar meu trabalho, uma seguidora lá de Recife – PE me pediu uma encomenda muito especial: um porta maternidade para seu bebezinho que estaria para chegar.

Confesso que fiquei um pouco receosa, afinal, alguém de tão longe (moro em Belo Horizonte), confiou em mim para que executasse algo que seria também objeto especial na decoração do quarto do seu pequeno.

Fiz com maior carinho. É sempre bom poder fazer parte de um momento tão feliz na vida de alguém.

Para quem sempre pergunta, finalizo sempre meus trabalhos com caneta nanquim descartável para destacar melhor a forma do desenho, pois a aquarela acaba tampando um pouco do traço inicial.

Os pontos de luminosidade fiz com tinta guache branca.

guilherme

Os pais adoraram e acredito ter sido sucesso por lá.

Que o menino Guilherme seja muito bem vindo! ❤